quarta-feira, 29 de março de 2017

DATAIMAGEM: A clínica de diagnóstico por Imagem do Maranhão

Agora em novas instalações na Avenida Gomes de Castro, 178, Centro – Deodoro (próximo ao Ginásio Costa Rodrigues), a DATAIMAGEM é uma Clínicas de Diagnóstico por Imagem que realiza exames a preços populares com entrega imediata. 

Em parceria com a MEDClinic (Medicina e Segurança do Trabalho), a DATAIMAGEM oferece uma das melhores opções em serviços clínicos para a população de São Luís.

A DATAIMAGEM tem como responsável um dos maiores especialistas em diagnóstico por imagem do Maranhão, o médico Dr. Orlando Rangel.

SERVIÇOS PRESTADOS PELA DATAIMAGEM

ULTRASSONOGRAFIAS
  Abdome Total (Fem)
  Abdome Total (Pediátrico)
  Abdome Total (Mas)
  Axila
  Bolsa Escrotal
  Cervical
  Mamas
  Morfológica
  Morfológica Gemelar
  Obstétrica
  Obstétrica (Urgência)
  Pélvica
  Próstata Transretal
  Próstata Suprapública
  Renal (Vias urinárias)
  Região Iguinal
  Tireóide
  Transfontanela
  Transvarginal
  Prostata e Renal

RAIOS X
  Abdome Simples
  ATM
  Antebraço
  Braço
  Cavum
  Coluna Cervical
  Coluna Dorsal
  Coluna Lombar
  Coluna Vertebral
  Coluna Lombosacra
  Cotovelo
  Coxofemural
  Clavícula
  Crânio
  Bacia
  Escanometria
  Fêmur
  Joelho
  Mandíbula
  Ombro
 
  Perna
  Punho
  Mão
  Seios e Face
  Tórax
  Tornozelo
    Quadril
MUSCULOESQUELÉTICO
  Cotovelo
  Coxa
  Joelho
  Mão
  Ombro
  Partes Moles
  Punho
  Quadril
  Tornozelo

U.S DOPPLER
  Abdome
  Bolsa Escrotal
  Carótidas
  Renal
  Mama
  Morfológica
  Obstétrica
  Tireóide
  Doppler venoso arterial MMII
  Unilateral
  Bilateral
  Ecodoppler venoso arterial MMII
  Unilateral
  Bilateral

EXAMES COM ENTREGA
 IMEDIATA!
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MEDICINA DO TRABALHO
EXAMES CLÍNICOS


POLÊMICA!! Psiquiatra americano diz que transgeneridade é na verdade um transtorno de personalidade

Dr. Paul R. McHughps, ex-chefe da ala de psiquiatria do Hospital John Hopkins, em Baltimore, disse que a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento, e que a mudança de sexo é biologicamente impossível. O médico disse que as pessoas que promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando e promovendo uma desordem mental. 

Dr. McHugh, autor de seis livros e pelo menos 125 artigos médicos, fez essas afirmações em um comentário recente no Wall Street Journal, onde explicou que a cirurgia transexual não é a solução para as pessoas que sofrem dessa desordem – a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade é diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente. 

Ele também falou sobre um novo estudo que mostra que a taxa de suicídio entre pessoas transexuais que fizeram a cirurgia de redesignação é 20 vezes maior do que a taxa de suicídio entre os não-transexuais. Dr. McHugh ainda mencionou que estudos da Universidade de Vanderbilt e da Portman Clinic, de Londres, observaram algumas crianças que haviam demonstrado comportamentos transexuais. Ao longo do tempo, de 70% a 80% dessas crianças deixaram espontaneamente esses comportamentos. 

Enquanto o governo Obama, Hollywood e grandes meios de comunicação, como a revista Time, promoveram o fenômeno transgênero como algo normal, disse o Dr. McHugh, “os legisladores e os meios de comunicação continuam prestando um desfavor ao público e às pessoas transgêneras tratando suas confusões como um direito que precisa ser defendido e não como um transtorno mental que necessita de compreensão, tratamento e prevenção”.

Segundo o médico, a desordem do transgênero consiste na “suposição” de que eles são diferentes da realidade física de seu corpo, da sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuído pela natureza. É uma doença semelhante à de uma pessoa extremamente magra que sofre de anorexia, que se olha no espelho e pensa que está acima do peso.

Esta suposição de que o gênero é apenas uma condição mental, desprezando a anatomia, tem levado algumas pessoas transexuais a requerer que a sociedade aceite essa “verdade pessoal” subjetiva, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados – Califórnia, New Jersey e Massachusetts – aprovaram leis barrando psiquiatras, mesmo com a autorização dos pais, de se esforçarem para restaurar os sentimentos de gênero naturais a um menor transgênero.

Os ativistas da causa transgênero não querem saber dos estudos que mostram que entre 70% e 80% das crianças que expressam sentimentos transexuais perdem espontaneamente esses sentimentos ao longo do tempo. Além disso, dos que fizeram a cirurgia de redesignação sexual, a maioria disse estar “satisfeita” com a operação, mas suas condições psico-sociais posteriores não são melhores do que aqueles que não fizeram a cirurgia.

“Assim, o Hospital Hopkins parou de fazer a cirurgia de redesignação sexual, uma vez que um paciente “satisfeito ” mas ainda perturbado parecia uma razão inadequada para amputar cirurgicamente os órgãos normais” disse o Dr. McHugh.

O ex-chefe do hospital também alertou contra permitir ou incentivar certos subgrupos, tais como os jovens, suscetíveis a apologia do “tudo é normal” presente na educação sexual, e aos “gurus da diversidade” que habitam as escolas, que, como “líderes culturais”, podem incentivar estes jovens a se distanciar de suas famílias e oferecer conselhos sobre como rebater argumentos contrários à cirurgia transexual. 

“Mudança de sexo é biologicamente impossível”, disse McHugh. “As pessoas que se submetem à cirurgia de redesignação de sexo não mudam de homens para mulheres ou vice-versa. Em vez disso, eles se tornam homens feminilizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é uma questão de direitos civis e encorajar a intervenção cirúrgica é, na realidade, promover um transtorno mental.” 

Fonte: CNSNews / [Conteúdo extraído do site https://padreaugustobezerra.com - Facebook: @padreaugustobezerra/ Pe. Augusto Bezerra; Twitter: @padreabezerra]

domingo, 26 de março de 2017

52% das dinamarquesas consideram ter sofrido algum tipo de violência física ou sexual

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu habeas corpus para as dinamarquesas Angelina Maalue Avalon Mathieses e Lisbeth Markussen, procuradas pela Interpol por terem fugido para o Brasil com seus respectivos filhos após violência doméstica na Dinamarca. Entenda mais Aqui.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo Jornal O Globo, a Dinamarca possui o maior índice de violência de gênero da União Europeia.

Segundo a pesquisa, 52% das dinamarquesas consideram ter sofrido algum tipo de violência física ou sexual. A média europeia é de 33%. Os demais países da Escandinávia também encabeçam a lista do informe.

A chegada de imigrantes e refugiados com outras tradições relacionadas ao sexo teria influenciado a agressão às mulheres na proporção que é registrado na Dinamarca.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Como votou os deputados do Maranhão no projeto que ferra com a classe trabalhadora

Projeto aprovado pelo plenário da Câmara permite que todas as atividades-fim de uma empresa sejam terceirizadas. Confira a lista de votação por estado

Maranhão (MA)
Aluisio MendesPTNSim
Cleber VerdePRBSim
Eliziane GamaPPSNão
Hildo RochaPMDBSim
João Marcelo SouzaPMDBSim
José ReinaldoPSBSim
Julião Amin CastroPDTNão
Junior MarrecaPENSim
Juscelino FilhoDEMSim
Pedro FernandesPTBSim
Rubens Pereira JúniorPCdoBNão
Victor MendesPSDSim
Waldir MaranhãoPPNão
Weverton RochaPDTNão
Zé CarlosPTNão
Total Maranhão: 15

19 anos depois, deputados ressuscitam projeto da era FHC e ferram com trabalhores brasileiros

A Câmara dos deputados ferra de vez com os trabalhadores brasileiros ao aprovar a terceirização de todas as atividades de uma empresa.

Essa insanidade do parlamento do Brasil trás os seguintes males para a classe trabalhadora:

 - Todos empregados da iniciativa privada passam a ter um emprego temporário de curta duração. Nunca se aposentará e nem conseguirá adquirir bens, pois sempre estará desempregado de seis em seis meses.

 - Os canalhas prejudicaram seriamente os trabalhadores em relação aos benefícios sociais, pois o mesmo sempre terão contrato de trabalho com prazo estipulado, sem renovação.

 - O calote à classe trabalhadora será a ordem do dia. A justiça do trabalho está falida e não não poderá atender as milhões de demandas trabalhistas  que advirão.

- Quem não conhece o dia a dia dos trabalhados terceirados no serviço público. São explorados, não pagam os direitos, fecham as empresas, somem e depois abrem outra com outro nome. Assim é, e vai piorar.

Depois vem a terceirização do serviço do serviço público para os canalhas da política fazerem a festa.

Se a classe trabalhadora não se unir agora, então se preparem para viver dias de inferno até sucumbir sem benefícios sociais, sem aposentadoria, sem nada.